Faltando menos de 30 dias para o 1º turno das eleições, as candidatas à presidência da República começam a caprichar mais ainda não só na quantidade de aparições públicas, mas na qualidade da imagem, o que diz respeito principalmente ao figurino que usam.

A candidata Dilma Rousseff (PT) foi buscar um nome de peso da moda nacional para assessorá-la no quesito aparência. O estilista Alexandre Herchcovitch não trouxe uma revolução completa no guarda-roupa da candidata, mas procurou manter e aperfeiçoar o seu estilo, incrementendo-o com peças da sua marca e de outras nacionais. Mas as críticas, mesmo levando em consideração
o esforço bem sucedido em mudar a imagem de "gerentona", acreditam que Dilma está mais para dondoca de clube. Cores fortes, babados e tecidos leves remetem a um guarda-roupa de festa.

Já Marina Silva (PV) escolhe suas próprias roupas. Dos assessores, só recebe algum auxílio. Ela também cria seus colares de forma artesanal. Os produtos utilizados na produção são em sua maioria orgânicos como casca de côco polida, pedrarias brasileiras, conchas e miçangas. Como é alérgica a vários produtos de maquiagem, a candidata contratou uma maquiadora profissional que, a partir de alguns testes, descobriu que Marina não apresenta alergia a certos produtos, como por exemplo os que são à base d'água. Marina usa apenas corretivo na àrea dos olhos, seguida de uma base facial misturando dois tons, pó compacto para tirar o brilho e blush. Ela não usa batom. Para não ficar com a boca sem cor, ela passa beterraba nos lábios e em seguida um pouco de azeite de oliva, para conferir o mesmo efeito do gloss.































